O consumo de ovos inteiros promove maior estimulação da síntese protéica muscular pós-exercício do que o consumo apenas de clara em homens jovens

O ovo é um dos alimentos com maior densidade nutricional que existe. E, nos últimos anos nos foi recomendado para consumi-lo com moderação por causa do colesterol. mas já se sabe que o colesterol da dieta não tem nenhuma relação com o colesterol do sangue. Veja aqui.

Quando olhamos no contexto evolutivo, por milhões de anos nossos ancestrais consumiram alimentos que a natureza ofertava (principalmente ovos). Nossos genes estão plenamente adaptados a esse alimento! Falei sobre nossa adaptação genética aqui.

Devemos consumir o ovo completo ou apenas a clara?

Um estudo que envolveu 10 homens treinados de resistência com idade média de 21 anos, com peso médio de 88 kg e 16% de gordura coporal média. Após o exercício, os participantes consumiram intrinsecamente ovos inteiros marcados com L-leucina (18 g de proteína, 17 g de gordura) ou claras de ovos (18 g de proteína, 0 g de gordura). Amostras repetidas de biópsias de sangue e músculo foram coletadas para avaliar a cinética de leucina de corpo inteiro, sinalização intramuscular e síntese de proteínas miofibrilares.

Resultado: “… a ingestão de ovos inteiros aumentou a resposta sintética da proteína miofibrilar pós-exercício em maior extensão do que a ingestão de clara de ovo”

Conclusão: “Nós mostramos que a ingestão de ovos inteiros imediatamente após o exercício resistido resultou em maior estimulação da síntese de proteínas miofibrilares do que a ingestão de clara de ovo, apesar de ser compatível com o teor de proteína em homens jovens. Nossos dados indicam que a ingestão de alimentos ricos em nutrientes e proteínas estimula diferencialmente o anabolismo muscular em comparação com alimentos ricos em proteínas.”

Fonte: https://goo.gl/5R9SFN

[LIVE] Estratégias Low-Carb para Maratonas

Que low-carb é a melhor estratégia para emagrecimento a gente já sabe (veja aqui). Mas ainda há dúvidas sobre restrição de carboidrato e performance esportiva. Bem, também já postei sobre isso aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Ontem realizamos uma live com a participação da nutricionista Letícia Moreira (@nutrileticialowcarb) e Lucas Azeredo (@ldazeredo) que correrá sua primeira maratona no próximo domingo (10/06) em Porto Alegre e toda sua preparação foi em low-carb.

Na live falamos sobre estratégias low-carb tanto para maratonas como para triathlon, Lucas falou sobre sua preparação e eu compartilhei minha experiência com low-carb e provas de resistência.

Letícia e eu estamos trabalhando num programa focado em Low-Carb/Paleo para atletas de resistência que será lançado em breve. Também falamos sobre isso.

Enfim, foi MASSA!

Os 10 erros que podem sabotar sua alimentação low-carb


Não há melhor estratégia para emagrecer do que reduzir o consumo de carboidrato. Falei sobre isso aqui. Porém, quando pessoas começam a praticar “low-carb” é comum emagrecer rápido no início, mas depois chega o platô. Também falei sobre isso aqui.

Mas vamos partir do início. Low-carb é um estilo alimentar baseado na restrição do consumo de carboidratos, consumo moderado de proteína e maior consumo de gordura.

Porém, existem a má e a boa low-carb. Alimentos como requeijão, salsicha, linguiça, presunto etc. contém baixo teor de carboidratos, mas não devem ser a base da alimentação. O que se recomenda é que uma alimentação ideal seja composta por legumes (baixo amido), vegetais, folhas, frutas (baixa frutose), carnes, ovos, gordura natural dos alimentos etc. Percebe? Priorizar alimentos da natureza.

Mesmo assim, o que pode “sabotar” uma alimentação low-carb?

1. Evitar vegetais

Vegetais de baixo amido são muito importantes numa dieta saudável com baixo teor de carboidratos. Não há razão para evitar legumes como brócolis, couve-flor, abobrinha e pimentão ou frutas como abacate e as frutas silvestres. Esses alimentos são muito ricos em micronutrientes, pobres em carboidratos e não prejudicam seus esforços de perda de peso.

2. Estresse

O estresse aumenta o nível de cortisol que, consequentemente, aumentará o nível de açúcar no sangue. Para baixar o açúcar no sangue, o corpo produzirá insulina e se o estresse se mantiver, esse processo poderá comprometer seus resultados. Existem várias formas para controlar o estresse. A que funciona comigo é a prática regular de atividade física, mas você também pode buscar atividades como ioga, meditação, ler um livro, passear, encontrar amigos etc. Qualquer uma delas pode ajudar. 🙂

3. Exagerar no consumo de nozes

É bastante comum errarmos na dosagem do consumo de nozes, castanhas, amêndoas, macadâmia etc. São deliciosas e é muito fácil comer muito! 😀

No entanto, 100 gramas de macadâmia têm mais de 700 kcal e mais de 70 gramas de gordura, que é metade do consumo de energia para a maioria das pessoas que tentam perder peso.

Isso não quer dizer que seja necessário excluir completamente do cardápio. Elas são ricas em fibras insolúveis que não afetam o açúcar no sangue e essa é uma das razões pela qual não devemos nos preocupar com a contagem total relativamente alta de carboidratos.

4. Comer laticínios demais

Laticínios integrais são ricos em calorias e fáceis de comer demais. Além disso, laticínios contêm um tipo específico de proteína que pode levar a maiores picos de insulina do que outras fontes de proteína. Se você consome laticínios demais, talvez seja interessante reduzir este consumo.

5. Exagerar nas sobremesas low-carb

Embora todos nós adoremos guloseimas de baixo teor de carboidratos, eles não são adequados para perda de peso, especialmente se você acabou de começar a seguir uma dieta baixa em carboidratos e precisa superar seu vício em doce.

6. Comer em excesso os produtos rotulados como  “Low-Carb”

Existe muita “cilada” nos produtos rotulados como “low-carb”. É preciso prestar MUITA atenção no que realmente consta na lista de ingredientes. E mesmo que seja low-carb de fato, seu consumo exagerado acaba sendo um tiro no pé. Não é porque é tem pouco carboidrato que deve-se comer MUIIITOOOOO. Né?

7. Beber “Bulletproof” coffee todos os dias

Bulletproof = café turbinado. Normalmente mistura-se ao café, óleo de coco e manteiga para deixá-lo rico em gorduras e calorias. Inclusive, gosto demais de beber café com nata! Como não tenho fome de manhã e quase nunca como antes das 12h, o café turbinado pode ser uma boa estratégia para “segurar a onda” até o almoço. Mas seu consumo exagerado pode atrapalhar o emagrecimento!

8. Bebidas alcóolicas

Além de adicionar calorias, o álcool tem outras desvantagens quando se trata de perda de peso. Mesmo que não haja açúcar, nosso corpo não pode armazenar álcool como gordura – ele precisa metabolizá-lo primeiro. Como resultado, a vantagem de queima de gordura da dieta cetogênica é diminuída. O álcool também aumenta o apetite, a desidratação e suprime o autocontrole – e nada disso é bom para a perda de peso.

9. Comer muito

Quem pratica low-carb, percebe que a sensação de fome diminui MUITO, isso ocorre por causa do consumo rico em densidade nutricional e por ingerirmos alimentos que saciam mais. Na low-carb a “regra” é simples. => Coma sempre que tiver fome e até se saciar!

Se saciou? Pare! Não tem fome? Não precisa comer! Se você quiser manter a fome sob controle, coma comida de verdade: ovos, carne, peixe gordo, vegetais com baixo amido e alimentos fermentados.

10. Não planejar sua alimentação

Planejar e acompanhar sua dieta, bem como o apoio da comunidade, pode melhorar significativamente a perda de peso e ajudá-lo a alcançar seus objetivos. Planejar suas refeições com antecedência evitará lanches excessivos e ajudará a evitar acidentes com compulsão. Isso não significa que você terá que planejar sua dieta para sempre, mas ajudará a evitar erros comuns, especialmente se você é novo na low-carb.

 

Quanto tempo é necessário para nos adaptarmos?

Quando iniciei minha mudança de hábito alimentar, encontrava MUITA informação contraditória sobre “alimentação saudável”. Uma das questões que me deixava encucado era sobre adaptação genética.

Ora um médico dizia que poderíamos consumir determinado alimento, ora outro dizia que nós (humanos) não estaríamos adaptados a esse alimento.

Mas, afinal, quanto tempo é necessário para que ocorram mudanças significativas em nossos genes para que possamos consumir determinados alimentos?

Levei essa questão comigo durante um tempão, até que encontrei a resposta.

Fonte: Livro “A Dieta da Mente”.

São necessários de 40 a 70 mil anos para que nossos genes se adaptem a certas condições alimentares. Se foi no período da agricultura que nós, humanos, começar a comer carboidratos em excesso, grãos, cereais etc. – e faz “apenas” 10 mil anos -, isso responde muito bem porque muitas pessoas não se dão bem com esses alimentos. Isso sem falar em substâncias como açúcar, óleos vegetais e margarina que são invenções MUITO recentes.

 

Fonte: https://goo.gl/DBZB3e

Nos anos 1700, por exemplo, um adulto consumia 1,81 kg de açúcar por ano, em 2009, o consumo aumentou para 81,6 kg por ano. Levando em consideração que quase todos os alimentos industrializados contém adição de açúcar, esse aumento não é de se espantar.

E sobre a produção e o consumo de algo TÃO NOVO: o óleo de soja? Veja abaixo:

Fonte: https://goo.gl/TGbWVE

Fonte: https://goo.gl/TGbWVE

Cada vez mais as pessoas consomem menos alimentos nos quais nossos genes estão adaptados e trocam por substâncias vendidas como saudáveis. Por exemplo, se usa MUITO menos banha de porco em vez disso usa-se substâncias como óleos de soja, milho, girassol etc.

Nossos avós, os avós dos nossos avós e assim por diante… usavam a banha e manteiga e viviam 70, 80, 90, 100 anos ou mais.

Fonte: https://goo.gl/NfZvrn

Coincidentemente o mundo vem piorando a saúde. Claro que vários fatores interferem na saúde como um todo, mas uma coisa é óbvia, nossos hábitos alimentares estão MUITO diferentes do que nossos ancestrais evoluíram milhares de anos. E essa mudança está ocorrendo muito rapidamente!

A mensagem dessa segunda-feira é: coma comida de verdade. Descasque mais e desembale menos!

Dieta cetogência e treinamento de alta intensidade (HIIT)

Mais um estudo controlado com atletas concluiu que uma alimentação com baixo teor de carboidrato e maior quantidade de gordura (VLCHF) não afeta o desempenho esportivo. Esse estudo, com duração de  4 semanas, teve como objetivo analisar o desempenho e respostas fisiológicas durante o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT).

Dezoito homens moderadamente treinados foram divididos em dois grupos. Um grupo consumiu uma dieta mista ocidental padrão com alto teor de carboidrato e baixa em gordura e o outro restringiu o consumo de carboidratos para menos de 50 gramas por dia e aumentou o consumo de gordura.

A tabela abaixo mostra o comparativo do desempenho entre os grupos antes (PRE), durante (MID) e depois (POST) das 4 semanas.

Fica claro que  não houve diferença significativa no desempenho em nenhum dos grupos.

Como já era de se esperar, a taxa de oxidação de gordura foi superior no grupo VLCHF.

O mais curioso é que o grupo VLCHF além de consumir (bem) menos carboidrato, ingeriu menos calorias como mostra a tabela abaixo:

Por mais magra que seja uma pessoa, a quantidade de energia armazenada em forma de gordura é MUITO superior aos estoques de glicogênio. O que inibe a oxidação da gordura corporal é o consumo de carboidratos. O gráfico acima mostra muito bem como não precisamos comer carboidrato para ter energia, mesmo (nós) atletas. Já postei sobre isso aqui.

Também já escrevi este post sobre como uma alimentação low-carb high fat pode ajudar no ganho da performance esportiva e esse sobre como a low-carb melhora a performance de atletas de resistência. Se você ainda não os leu, recomendo fortemente que leia. 🙂

Fonte: https://goo.gl/A9zJuB

 

 

Os 3 maiores obstáculos da Low-Carb


Mudar hábitos não é fácil pra ninguém. E quando temos hábitos bem fortalecidos? Hum… Parece impossível mudar.

Por mais que as pessoas saibam que determinado hábito não seja saudável, muitos tendem procrastinar. Por mais que o número de pessoas que morrem por causa de cigarro seja enorme, uma boa parte dos fumantes não pensam em parar de fumar ou procrastinam essa decisão.

Do mesmo modo, por mais que os mais altos níveis de evidência mostrem que não há estratégia melhor para emagrecer do que restringir carboidratos e que não há razão para restringir o consumo de gordura, muitas pessoas resistem porque, afinal, passaram anos/décadas ouvindo o contrário.

Mas quando decidem evitar industrializados e farináceos, por exemplo, alguns obstáculos surgem ao longo da jornada, afinal, mudar hábitos não é fácil.

Nos grupos de emagrecimento e performance que trabalho mostro como superar estas questões.

Os principais obstáculos geralmente são:

  1. Comer fora;
  2. Parar de emagrecer;
  3. Atividade física.

Vamos as dicas!

  1. Comer fora

    No meu início na low-carb eu até encontrava um pouco de dificuldade, mas hoje vejo que eu via porque procurava. Atualmente, com a cabeça aberta, SEMPRE vejo opções em qualquer lugar que eu vá. Claro que estou falando de restaurantes e/ou shoppings. Se você for para uma pizzaria estará planejando a autossabotagem.

    Por exemplo, já fui numa hamburgueria, pedi um hambúrguer substituindo o pão por salada, já pedi um beirute e não comi o pão sírio. E por aí vai…

    Se você procurar, focar na solução em vez do problema, certamente achará uma opção mais saudável.

    Lembre-se: “o bom não é inimigo do ótimo”.
  2. Parar de emagrecer

    Quando as pessoas descobrem temos opções saudáveis e low-carb de brigadeiro, coxinha, pão, bolo, brownie, pizza… acabam errando na dose!

    Esses quitutes continuam sendo opções secundárias e seu exagero pode acabar sendo um tiro no próprio pé. O que se preza numa alimentação de verdade é comer legumes, vegetais, verduras e carnes sempre que sentir fome e até se saciar.

    Essas versões saudáveis de “porcarias”, mesmo sendo low-carb, não devem ser a base da alimentação e podem ser a provável causa do platô no emagrecimento.

    Já fiz uma postagem sobre o que pode ocasionar o platô no emagrecimento. Veja aqui.
  3. Atividade física

    Esse talvez seja um dos temas mais “polêmicos” em relação à low-carb. A crença de que o carboidrato seja fundamental para otimizar a performance está muito bem difundida na população em geral, menos na ciência.

    Tenho obtido meus melhores tempos na corrida depois da low-carb. Desde os 10 km até a ultramaratona. Tenho compartilhado minha experiência e artigos para mostrar que, além da low-carb não comprometer a performance, pode, sim, otimizar.

    Fiz um e-book compacto e objetivo sobre low-carb para atletas no qual compartilho minha experiência e bastante artigos. Recomendo fortemente sua leitura. Você pode baixá-lo gratuitamente aqui.

Você se identifica com algum(ns) desse(s) obstáculos? Deixa aqui nos comentários!

E-Book Gratuito: Low-Carb para Atletas

Ainda existe MUITOS atletas que desejam comer low-carb e otimizar a performance esportiva, mas infelizmente são impedidos ou por não conhecerem as evidências científicas ou por insegurança mesmo.

Pratico low-carb há alguns anos e os meus melhores tempos na corrida (desde os 10 km até a ultramaratona) foram quando restringi o consumo de carboidratos. Meu melhor tempo nos 10 km é 38:47 e na maratona (Boston) é 2:55:10.

Enfrentei muita dificuldade ao longo da jornada e, por isso, venho atuando como consultor para pessoas que desejam emagrecer e/ou otimizar a performance esportiva com low-carbe os resultados têm sido INCRÍVEIS.

Por isso, para facilitar seu trabalho, criei um e-book compacto e objetivo no qual compartilho não apenas minha experiência como também uma boa quantidade de artigos científicos. E o melhor: estou disponibilizando-o gratuitamente!

Para ajudar ainda mais, além do e-book Low-carb para Atletas, também ofereço gratuitamente o e-book com 5 Receitas Incrivelmente Deliciosas e Saudáveis! 🙂

Depois me dá um feedback!

Receita de Bolinho de Chocolate Low-Carb

Certo dia acordei sem saber o que fazer pra minha filha comer no café da manhã.

Como ela (e todas as crianças do planeta) gosta de bolo de chocolate. Resolvi fazer um. Só que sem glúten nem açúcar. Claro! 😏

O resultado? Ela adorou! 😍

Bolinho de chocolate

Fiz assim:

  • 1 ovo;
  • 2 colheres de sopa de nata;
  • 1 colher de sopa de cacau 100%;
  • 1 colher de chá de fermento;
  • 23 gotas de Stevia;
  • Essência de baunilha;
  • 4 colheres de sopa de farinha de coco.

Misturei tudo com garfo até ficar bem homogêneo, coloquei em um pote e levei ao microondas por 2 minutos e 20 segundos.

Sim! Sempre temos boas opções. Sempre!

[LIVE] 100 km do Frio

Ontem (27/05/2018), realizamos uma live no Youtube para falar TUDO sobre a Ultramaratona mais desejada do Nordeste: os 100 km do Frio.

Na live estavam: Lula e Russo (organização), Gustavo Medeiros (atual campeão e recordista), Gustavo Maia (Fôlego) e eu.

Lula e Russo falaram sobre segurança, hospedagem, inscrição, regulamento, pontos de corte, estrutura e mais… Gustavo Maia, o embaixador da prova, falou sobre seus sentimentos em relação às experiências anteriores pelo agreste pernambucano e Gustavo Medeiros falou sobre sua preparação, treinos e deu dicas para quem deseja correr os 100 km.

A live foi MASSA!

Se eu fosse você, assistiria TUDO!

 

É incrível como essa bela e desafiante ultramaratona cresce. Sua primeira edição foi em 2012 com 46 inscritos, sendo:

  • 8 solo;
  • 3 duplas;
  • 8 quartetos.

Em 2017, 388 corredores encararam o desafio nas respectivas modalidades:

  • 53 solo;
  • 25 duplas;
  • 71 quartetos.

Altimetria:

Eu corri os 100 km solo duas vezes e dupla 1 vez. Falei sobre a minha primeira participação aqui e sobre a conquista do Back to Back aqui.

Minha participação na dupla rendeu o 1º lugar. 🙂 Veja aqui como foi.

Informações sobre a edição de 2018

Link para inscrição: https://goo.gl/77HJxT

Email: acorjapernambuco@gmail.com

Contato de Lula: (81) 98861-1604

Siga @100kmdofrio no Instagram.

Confira algumas fotos

[LIVE] Comrades, a Rainda das Ultramaratonas
Ontem (24 de maio), a Comrades completou 97 anos de existência. E, neste mesmo dia, realizamos uma live no Youtube para falar sobre ela, a Rainda das Ultramaratonas.
E, para falar sobre a prova, não poderia faltar:
Nato Amaral
  • 15 Comrades;
  • 2 Unogwaja;
  • Embaixador da Comrades no Brasil;
  • Autor do Livro “90 km”;
  • Instagram: @natoamaral.
Aline Carvalho
  • 18 maratonas;
  • 5 ultramaratonas;
  • 2 Comrades;
  • 1 Unogwaja;
  • 4 IronMan;
  • Instagram: @alinecarvalho.
Cracrá
  • 8 ultramaratonas (4 Comrades);
  • 14 maratonas;
  • Instagram: @vamosimbora_.
E eu me metendo no meio dessas feras! hahaha…
Nato, Aline e Cracrá, além de compartilharem suas experiências, deram dicas preciosas tanto para quem vai repetir o feito de participar da Comrades como para quem vai encarar o desafio pela primeira vez.
Nato lançou o livro “90 km”, que é a verdadeira enciclopédia da Comrades. Para adquirir esse material precioso, mande um e-mail pro próprio Nato, tá? O e-mail dele é: nato@comrades.com

 

 

 

 

 

 

 

Graças ao excelente trabalho de Nato, que é o embaixador da Comrades no Brasil, o número de brasileiros participantes da ultramaratona vem crescendo. Para este ano (2018), 234 brasileiros estão inscritos.
Divirta-se, rapaziada! 😉