Uma dieta cetogênica reduz o peso corporal sem comprometer o desempenho em atletas de halterofilismo e halterofilismo olímpico



Sabia que o café é um dos maiores fornecedores de fitonutrioentes no mundo e contém esses nutrientes muito mais do que qualquer fruta ou vegetal?
Revisões sistemáticas associam o consumo de café a um risco significativamente menor de doença cardiovascular e demência (1, 2). Teoriza-se que seja devido ao conteúdo de fitonutrientes do café.
Há evidências também que o bom e velho cafezinho nosso de cada dia proporciona benefícios aos nossos níveis de energia, foco e até mesmo humor. (3)
Uma meta-análise associou o consumo de café à diminuição do risco de câncer de mama. (4)
E sobre a performance esportiva? Este (5) estudo concluiu: “Recomendamos que os atletas de triatlo, particularmente aqueles com baixa ingestão habitual de cafeína, possam melhorar o desempenho ingerindo 6 mg / kg de massa corporal de cafeína, 45-60 minutos antes do início de uma corrida.”

O grupo LCKD foi instruído a consumir uma dieta ad libitum e restringir a ingestão de carboidratos para menos de 50 gramas por dia e grupo CON manteve ingestão dietética usual. Todos os indivíduos participaram de quatro sessões de treinamento CrossFit por semana durante as 6 semanas.
Resultado: Comparado ao grupo CON, o grupo LCKD diminuiu significativamente o peso (0,18 ± 1,30, -3,45 ± 2,18 kg), IMC (0,07 ± 0,43, -1,13 ± 0,70 kg / m2), percentual de gordura corporal (% GC) (0,01 ± 1,21, -2,60 ± 2,14%) e massa gorda (FM) (0,06 ± 1,12, -2,83 ± 1,77 kg), respectivamente. Não houve diferença significativa na massa corporal magra (LBM) entre ou dentro dos grupos. Não encontramos diferença significativa na mudança do tempo de desempenho total entre os grupos; no entanto, ambos os grupos diminuíram significativamente o tempo total de desempenho (CON: -41.20 ± 43,17; LCKD: -55.08 ± 44.29 segundos). A ingestão de carboidratos foi significativamente menor (11,4 ± 5,6%, 40,06 ± 6,81%) e o consumo de gordura foi significativamente maior (62,88 ± 4,19%, 38,38 ± 4,18%) no LCKD comparado ao CON, respectivamente.
Conclusão: “Nossos dados sugerem que aderir a um LCKD pode levar à perda de peso e melhorar os resultados da composição corporal sem afetar negativamente a massa magra, a força ou o desempenho energético. Os atletas da CrossFit que procuram explorar novas abordagens nutricionais, como a dieta cetogênica, podem melhorar o desempenho e, ao mesmo tempo, melhorar a composição corporal. Esses resultados também podem ser úteis para atletas da categoria de peso, como levantadores de peso olímpicos, levantadores de peso, boxeadores ou lutadores, buscando perder uma quantidade significativa de gordura corporal sem comprometer o desempenho. Pesquisas futuras devem ser direcionadas às adaptações fisiológicas de longo prazo que ocorrem com um treinamento de LCKD e CrossFit, bem como as alterações hormonais e psicológicas que também podem ocorrer.”
Fonte: https://goo.gl/LSCCTG

Menos de um ano depois de começar nas corridas, em 2015, eu já tinha participado de 3 maratonas e decidi tentar correr minha primeira ultramaratona: 50km na Chapada do Araripe. E é sobre ela e as demais ultras que vou falar neste #tbt, com a 7ª parte da série #DaObesidadeAos100km.

Parecia uma loucura (mais uma!). Eu era um ex-obeso, mal tinha começado a correr e já ia partir para os 50k! Ainda bem que minha esposa é parceira e encara essas aventuras comigo. <3 Em março de 2015, lá estávamos nós – eu, Cynthia e Júlia, que na época tinha pouco mais de 2 anos – em uma van rumo à Chapada. Foram nove horas de estrada, Júlia, tadinha, passou mal, mas deu tudo certo. Chegamos no Hotel das Fontes, em Barbalha, um lugar belíssimo e com muito verde.

A largada da prova, porém, foi em outro hotel. De madrugada, lá estava eu a posto para mais um enorme desafio. E que desafio!

Aquela foi a primeira edição da prova, que apesar de ter um percurso belíssimo tem uma altimetria dificílima. Mas desafios existem pra gente cumprir e se superar, né?! E o resultado não podia ser melhor: 3º lugar geral! Cara, que felicidade! Não só tinha completado minha primeira ultra como ainda fiquei entre os 3 primeiros!

Mas nem tudo é perfeito… terminei em terceiro, mas NUNCA na vida eu tinha sentido tanta cãibra! Na época, eu ainda não praticava a low-carb, usava cápsula de sais e sachês de mel.
Uma realidade totalmente diferente de quando participei da mesma prova no ano seguinte. Em 2016, além de termos ido de avião (Júlia e Cynthia foi que gostaram dessa parte! Hehehe…), eu já havia iniciado a low-carb em dezembro de 2015 e estava plenamente adaptado.
Logo no início da prova, ainda escuro, pisei em um buraco e machuquei o tornozelo. Mas nada que me impedisse de seguir!
Concluí a prova tranquilamente.Diferentemente do ano anterior, não senti uma cãibras sequer! Apenas o cansaço normal de quem corre 50km. Incrível como a low-carb ajuda na recuperação!
Eu me encontrei, de fato, nas longas distâncias. E aí, como concluo um desafio já pensando em qual será o próximo, dos 50k pros 100k foi um pulo, ou melhor, uns poucos meses! Mas isso é o que vou contar no próximo #tbt!

Reduzir o risco de obesidade e problemas de saúde. Acho que esse seja um desejo unânime, não é?
É claro que várias são as causas de processos inflamatórios, doenças, ganho de peso etc. Porém, é bem provável que em muitos casos não seja preciso remédios nem cirurgia. Sabia? Apenas com comida de verdade.
Sabe qual é um dos grandes prováveis vilões nesse processo (depois do açúcar)? O tal do óleo vegetal!
Além do açúcar, a humanidade vem aumentando MUITO o consumo dos óleos vegetais (ricos em ômega-6) em pouco tempo. Deslize para ver os gráficos. Em contrapartida, o consumo de alimentos de origem animal vem diminuindo – indo na contramão da nossa história evolutiva. E a saúde da população? Bem, se você acompanha os noticiários, vem vendo, por exemplo, que mais da metade da população brasileira está com sobrepeso e a cirurgia bariátrica só cresce etc.
Ao longo da evolução, os seres humanos obtiveram ômega-3 e ômega-6 em uma determinada proporção. Embora essa proporção seja diferente entre as populações, estima-se que tenha sido de aproximadamente 1: 1.
No entanto, no século passado, essa proporção na dieta ocidental mudou drasticamente e pode chegar a 20: 1
A inflamação crônica é um fator subjacente em algumas das doenças ocidentais mais comuns, como doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e artrite.
Alguns óleos vegetais são ricos em ácidos graxos ômega-6. Cientistas acreditam que comer ômega-6 em excesso pode levar ao aumento da inflamação no corpo e potencialmente contribuir para doenças.
Alguns óleos vegetais com alto teor de ômega-6 incluem:
No entanto, se estiver preocupado(a), evite óleos ou margarina que contenham óleos ricos em gorduras ômega-6. O azeite de oliva é um bom exemplo de um óleo de cozinha saudável com baixo teor de ômega-6.
Aqui em casa, há quase 3 anos não compramos óleos vegetais nem margarina.
Fontes:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26950145
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16841858
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22570770

Depois do salto no tempo no último #tbt, no qual falei da Maratona de Porto Alegre, que participei por três anos seguidos, vamos voltar à ordem cronológica da minha história. Nesta sexta parte da série #DaObesidadeAos100km, vou contar como fui parar na Acorja, a Associação de Corredores da Jaqueira.

Pra começar, preciso dizer que praticamente todo corredor no planeta conhece a Acorja e todos têm um respeito enorme pelo grupo que reúne corredores com resultados incríveis, tanto em tempo quanto em superação. Porém, até então, só tinha treinado sozinho e achava que correr em grupo ia me afastar do meu objetivo porque sempre tem um que acompanha o outro, que treina conversando. E, ou eu treino ou converso. 🙂
Em um certo treino, passei pelo Açude de Apipucos e subi até a Faculdade Marista, onde tem um bebedouro. Bebi água e parei para fotografar (sempre corri com uma GoPro). Nesse momento, o pessoal da Acorja estava subindo e Lula, o presidente, me viu fotografando, apresentou-se, pediu para eu tirar foto com todos e me convidou para ingressar no grupo.
Detalhe: Lula é o “louco” da foto. Não pode ver ninguém fotografando que pede para sair na foto também hehehehehe…

Confesso que fiquei receoso. Apesar da gentileza do convite de Lula, eu só conhecia algumas pessoas pelo Instagram e Tiago Vilaça era uma delas. Gentilmente, Tiago deixou de presente uma camisa da Acorja na portaria do meu prédio e fez com que eu me sentisse ainda mais acolhido.

Meu primeiro treino com a Acorja foi em outubro de 2014, e totalizou 30,5 km. E, desde então, a Acorja virou uma família, a família do manto azul!

Depois que comecei a correr com a Acorja, vi que os benefícios são enormes! O primeiro grande benefício é a troca de experiência que nos proporciona um enorme aprendizado. Outro é a motivação que temos para encarar e superar nossos desafios. Correr em grupo é motivante demais! A gente consegue tirar energia de onde não temos! Sem contar as amizades que fazemos.

E foi com a família acorjeana que fiquei sabendo das ultramaratonas, que se tornariam uma grande paixão para mim. Mas esse já é um assunto para o próximo #tbt.
Mais um #tbt e, com ele, um novo capítulo da série #DaObesidadeAos100km. Hoje, vou contar sobre como passei das provas curtas para as longas.

Em pouco mais de 6 meses, eu já tinha emagrecido 30 kg e corrido diversas provas de 5, 10 e 21 km. Foi então que decidi tentar correr minha primeira maratona. Para muitos, podia parecer loucura, mas na minha vida o que me movimenta são os desafios. E esse era mais um deles!

Durante todos os meses de preparação, compartilhei meus treinos e provas nas redes sociais com a hashtag #RumoAos42. E pessoas de todo o Brasil que sempre me acompanhavam passaram a me incentivar. Isso foi muito bacana!

Em maio de 2014, lá estava eu e minha família em Porto Alegre, lugar escolhido para superar o maior desafio até então. Após 4 horas e 1 minuto, terminei a prova. Nem preciso dizer que a sensação foi incrível, não é?!
Pois bem, depois da primeira vez, a gente pega gosto! Além de Porto Alegre, participei de outras maratonas, mas ainda voltei a POA por dois anos, o último deles, inclusive, foi um dos mais especiais! A Maratona de Porto Alegre está marcada na minha vida para sempre.

Na segunda vez que participei da prova, em junho de 2015, alcancei meu melhor tempo em maratona: 3:08:40. Mas não acabou por aí!


Em 2016, eu decidi tentar meu índice para a Maratona de Boston (prometo contar essa história com detalhes depois!). Em janeiro, tentei na Maratona da Disney, mas não consegui porque caí e machuquei o pé. Qual seria a outra oportunidade? A Maratona de Porto Alegre, é claro!

E lá fomos nós, eu e minha família, para o frio de novo. E, naquele ano, foi um senhor frio, viu?! Chegou a 0°C na largada. Larguei, caí (de novo!), levantei e segui! Terminei a prova quebrando meu recorde pessoal: 3h04. Foi indescritível!

Para mim, como falei, Porto Alegre tem um significado especial. Além do simbolismo da primeira Maratona e das quebras de recordes, essa cidade marca a superação de alguns dos meus maiores desafios!
Quem corre (ou prática qualquer esporte) tem sempre uma competição que é marcante, né?! Me conta aqui: qual é a sua?
E até a 6ª parte da série #DaObesidadeAos100km, com minha história com a querida Acorja. 😉
