Diferença entre dieta cetogênica, low carb, paleolítica e carnívora

Uma dieta cetogênica é um plano alimentar que se baseia em uma redução significativa do consumo de carboidratos e um aumento correspondente na ingestão de gorduras saudáveis. O objetivo principal é fazer com que o corpo entre em um estado metabólico conhecido como cetose, no qual o organismo passa a utilizar a gordura como principal fonte de energia, em vez dos carboidratos.

Explicação sobre a cetose

A cetose é um processo natural que ocorre quando o corpo não tem carboidratos suficientes para produzir energia e, por isso, passa a queimar gordura. Durante a cetose, o fígado produz moléculas chamadas corpos cetônicos, que fornecem energia para o cérebro e outros órgãos. Esse estado metabólico pode ser alcançado reduzindo drasticamente a ingestão de carboidratos e aumentando a quantidade de gorduras na alimentação.

Redução de carboidratos e aumento de gorduras

Na dieta cetogênica, é recomendado limitar a ingestão de carboidratos a cerca de 20 a 30 gramas líquidos por dia. Isso significa que a quantidade total de carboidratos consumidos é reduzida, levando o corpo a usar a gordura armazenada como fonte de energia. Ao mesmo tempo, é necessário aumentar a ingestão de gorduras saudáveis, como abacate, azeite de oliva, óleo de coco e nozes, para fornecer energia ao corpo.

Níveis de proteína na dieta cetogênica

Os níveis de proteína na dieta cetogênica costumam ser moderados, ficando entre 20% e 27% das calorias diárias. É importante consumir proteínas de alta qualidade, como carnes magras, peixes, ovos e laticínios com baixo teor de gordura, para garantir a manutenção e a reparação dos tecidos corporais.

Formas de medir a cetose

Existem várias maneiras de medir a cetose na dieta cetogênica. Uma opção é usar um glicosímetro para medir os níveis de corpos cetônicos no sangue. Também é possível medir a cetose através da respiração ou da urina. No entanto, é importante lembrar que a cetose não é o único indicador de sucesso na dieta cetogênica, e é recomendado consultar um profissional de saúde para monitorar sua saúde metabólica durante o processo.

Benefícios e casos específicos

A dieta cetogênica tem mostrado benefícios em relação ao emagrecimento, controle da glicose sanguínea, melhora da saúde cardiovascular e redução da inflamação. Além disso, essa abordagem nutricional pode ser especialmente benéfica para pessoas com condições pré-diabéticas, diabetes tipo 2, hipertensão e esteatose hepática. No entanto, é importante ressaltar que cada caso é único e é fundamental buscar orientação médica antes de iniciar qualquer dieta.

O que é uma dieta low carb

Uma dieta low carb é uma abordagem nutricional que consiste em reduzir a quantidade de carboidratos consumidos e aumentar o consumo de gorduras saudáveis e proteínas. A principal diferença entre uma dieta low carb e uma dieta cetogênica é a quantidade de carboidratos permitida. Enquanto em uma dieta cetogênica os carboidratos são limitados a cerca de 20 a 30 gramas líquidos por dia, em uma dieta low carb esse limite pode ser um pouco mais flexível, variando até 130 gramas de carboidratos líquidos ou até 40% das calorias diárias.

A quantidade de carboidratos líquidos permitidos em uma dieta low carb pode variar de acordo com o nível de atividade física e os objetivos individuais. Atletas de alto rendimento, por exemplo, podem tolerar até 50 a 80 gramas de carboidratos líquidos por dia, enquanto pessoas com sobrepeso ou problemas metabólicos podem preferir uma ingestão mais baixa de carboidratos para estimular a perda de peso.

É importante enfatizar que uma dieta low carb não se trata apenas de contar carboidratos, mas sim de priorizar alimentos naturais e minimamente processados. Frutas e raízes, por exemplo, podem ser incluídas em uma dieta low carb, desde que sejam consumidas em quantidades adequadas e de acordo com os objetivos individuais.

É fundamental lembrar que a escolha da abordagem nutricional mais adequada depende dos objetivos individuais, da saúde metabólica e da preferência pessoal. Consultar um profissional de saúde qualificado pode ser útil para orientar e adaptar a dieta de acordo com as necessidades e restrições individuais.

O que é uma dieta paleolítica

Uma dieta paleolítica é uma abordagem nutricional que se baseia no consumo de alimentos que eram comumente consumidos pelos nossos ancestrais do período paleolítico. Essa dieta enfatiza o consumo de alimentos naturais e minimamente processados, como carnes, peixes, ovos, frutas, vegetais, nozes e sementes.

Explicação sobre a abordagem paleolítica

A abordagem paleolítica segue a premissa de que a nossa genética está mais adaptada para a ingestão de alimentos que eram disponíveis antes do advento da agricultura e da produção em massa de alimentos processados. Acredita-se que a alimentação dos nossos ancestrais era composta principalmente por alimentos de origem animal, como carnes magras, peixes e ovos, além de frutas, vegetais e alimentos ricos em gorduras saudáveis, como nozes e sementes.

Maior consumo de carboidratos e menor de gorduras

Uma característica da dieta paleolítica é o maior consumo de carboidratos provenientes de frutas e vegetais, em comparação com outras abordagens nutricionais, como a cetogênica. No entanto, a ingestão de gorduras é menor, principalmente quando comparada à dieta cetogênica, que prioriza o consumo de gorduras saudáveis.

Possibilidade de inclusão de laticínios e grãos

Embora muitas pessoas que seguem uma dieta paleolítica optem por evitar o consumo de laticínios e grãos, existem algumas vertentes dessa abordagem que permitem a inclusão moderada de laticínios com baixo teor de gordura, como iogurte e queijo, e grãos não processados, como arroz e quinoa. Essa variação na inclusão de laticínios e grãos depende dos objetivos e da saúde metabólica de cada indivíduo.

Opinião pessoal sobre a seleção de alimentos

Minha opinião pessoal é que a seleção de alimentos na dieta paleolítica deve ser baseada na qualidade e na origem dos alimentos. É importante priorizar alimentos naturais e minimamente processados, evitando alimentos industrializados e ricos em aditivos químicos. Além disso, é essencial escolher alimentos orgânicos e de origem sustentável, sempre que possível.

O que é uma abordagem animal based

Uma abordagem animal based é aquela em que a base da alimentação é composta principalmente por alimentos de origem animal, como carnes e ovos. Essa abordagem nutricional tem como foco principal a ingestão de proteínas provenientes de fontes animais, em detrimento dos carboidratos e gorduras.

Definição do conceito de animal based

O conceito de animal based se refere a uma alimentação que prioriza alimentos de origem animal, colocando-os como a principal fonte de nutrientes e energia. Nessa abordagem, a ingestão de proteínas provenientes de carnes, peixes, ovos e laticínios é essencial para a manutenção da saúde e o fornecimento de nutrientes essenciais ao organismo.

Prevalência de alimentos de origem animal na dieta

Na abordagem animal based, os alimentos de origem animal têm uma presença dominante na dieta, fornecendo a maior parte das calorias e nutrientes necessários para o corpo. Esses alimentos são ricos em proteínas, vitaminas, minerais e outros nutrientes essenciais, que desempenham um papel fundamental na saúde e no bom funcionamento do organismo.

Possibilidade de inclusão de raízes e frutas

Apesar de a abordagem animal based priorizar alimentos de origem animal, como carnes e ovos, também é possível incluir raízes e frutas na dieta, desde que sejam consumidas de acordo com as necessidades individuais e os objetivos pessoais. A quantidade de raízes e frutas permitidas pode variar dependendo da abordagem específica adotada, mas é importante lembrar que a base da alimentação é composta por alimentos de origem animal.

Opinião pessoal sobre a seleção de alimentos

Na minha opinião pessoal, a seleção de alimentos na abordagem animal based deve ser baseada nas necessidades individuais, nos objetivos de saúde e na preferência pessoal. É importante escolher alimentos de alta qualidade, provenientes de fontes confiáveis, para garantir a obtenção de todos os nutrientes necessários para uma alimentação saudável. Além disso, é fundamental respeitar as preferências alimentares de cada pessoa e adaptar a dieta de acordo com suas necessidades específicas.

Qual abordagem é a melhor

  • A importância de escolher de acordo com seus objetivos
  • Considerar a saúde metabólica e a relação com a alimentação
  • Escolher a abordagem que se encaixa melhor no estilo de vida
  • Ênfase na importância do emagrecimento como estilo de vida.

Ao considerar qual abordagem nutricional é a melhor para você, é importante levar em conta seus objetivos pessoais. Cada uma das abordagens – dieta cetogênica, low carb, paleolítica e animal based – oferece benefícios específicos e pode ser mais adequada para determinadas metas.

Antes de decidir, é essencial considerar sua saúde metabólica e como a alimentação escolhida pode afetá-la. Por exemplo, se você tem condições pré-diabéticas, diabetes tipo 2, hipertensão ou esteatose hepática, pode ser recomendado procurar uma abordagem que ajude a controlar essas condições de forma eficaz.

Além disso, é importante escolher uma abordagem que se encaixe no seu estilo de vida. Considere suas preferências alimentares, rotina diária e restrições pessoais ao tomar uma decisão. Se uma abordagem é muito restritiva ou difícil de seguir, pode ser mais difícil alcançar os resultados desejados a longo prazo.

Por fim, é essencial perceber que o emagrecimento deve ser encarado como um estilo de vida, não apenas como uma dieta temporária. É importante adotar mudanças sustentáveis na alimentação e no estilo de vida, focando em hábitos saudáveis a longo prazo.

Considerações finais

Ao considerar qual abordagem nutricional é a melhor para você, é importante levar em conta seus objetivos pessoais. Cada uma das abordagens – dieta cetogênica, low carb, paleolítica e animal based – oferece benefícios específicos e pode ser mais adequada para determinadas metas.

É essencial aderir à abordagem escolhida como um estilo de vida, não apenas como uma dieta temporária. A mudança de hábitos alimentares deve ser sustentável a longo prazo para obter resultados duradouros.

Para aqueles que buscam tratar problemas de saúde metabólica, como diabetes tipo 2, hipertensão e esteatose hepática, todas as abordagens podem ser eficazes quando combinadas com acompanhamento médico adequado. É importante tratar a causa emocional também, buscando apoio psicológico e abordando questões relacionadas à ansiedade e compulsão alimentar.

Dicas para tratar a ansiedade e compulsão incluem a prática regular de exercícios físicos, o estabelecimento de uma rotina de sono adequada, a busca por atividades de lazer e relaxamento, o consumo de alimentos ricos em triptofano (como banana e aveia) e a prática de técnicas de relaxamento, como meditação e respiração profunda.

O tempo de duração das abordagens pode variar de acordo com os objetivos individuais e a resposta do corpo a cada uma delas. Algumas pessoas podem seguir uma abordagem por meses ou anos, enquanto outras podem optar por fazer variações ao longo do tempo.

Por fim, é importante mencionar que o consumo de cuscuz pode ser incluído em uma dieta low carb ou paleolítica, desde que esteja de acordo com as necessidades e objetivos individuais. É importante escolher versões de cuscuz que sejam feitas com ingredientes naturais e sem adição de açúcares ou produtos químicos.

Guia completo para a dieta carnívora

Introdução à dieta carnívora

A dieta carnívora tem se popularizado cada vez mais e muitas pessoas têm se beneficiado com essa abordagem alimentar. Neste artigo, vamos discutir os principais aspectos da dieta carnívora e como ela pode ser uma opção para melhorar a saúde e alcançar seus objetivos.

Importância de ter clareza dos objetivos ao iniciar a dieta carnívora

Ao iniciar a dieta carnívora, é essencial ter clareza dos seus objetivos. A dieta carnívora tem sido associada a benefícios como perda de peso, melhoria da saúde metabólica, controle da ansiedade e compulsão alimentar. No entanto, é importante entender como ela funciona e se ela realmente se alinha aos seus objetivos individuais. Nem todos os indivíduos se beneficiam da mesma forma com essa dieta, por isso a clareza dos objetivos é fundamental para garantir resultados satisfatórios.

Exemplos de pessoas que se beneficiaram da dieta carnívora

Há muitos relatos na blogosfera de pessoas que obtiveram benefícios significativos ao seguir a dieta carnívora. Por exemplo, tenho uma aluna chamada Ana Vilela que segue essa abordagem há mais de três anos e relata melhorias em sua saúde física e mental, além do controle do peso e saúde metabólica. Outros atletas e pessoas com doenças crônicas também relatam benefícios ao adotar a dieta carnívora. É importante ter em mente que cada indivíduo é único e os resultados podem variar.

Como iniciar na dieta carnívora

A dieta carnívora tem se popularizado cada vez mais e muitas pessoas têm se beneficiado com essa abordagem alimentar. Nesta seção, vamos discutir os principais aspectos da dieta carnívora e como ela pode ser uma opção para melhorar a saúde e alcançar seus objetivos.

A importância de ter clareza dos objetivos ao iniciar a dieta carnívora

Ao iniciar a dieta carnívora, é essencial ter clareza dos seus objetivos. A dieta carnívora tem sido associada a benefícios como perda de peso, melhoria da saúde metabólica, controle da ansiedade e compulsão alimentar. No entanto, é importante entender como ela funciona e se ela realmente se alinha aos seus objetivos individuais. Nem todos os indivíduos se beneficiam da mesma forma com essa dieta, por isso a clareza dos objetivos é fundamental para garantir resultados satisfatórios.

Quantidade ideal de proteínas para consumir

Uma das principais características da dieta carnívora é o consumo de proteínas de origem animal. Para garantir um aporte adequado de proteínas, é recomendado consumir cerca de 1.5 gramas de proteína por quilo de peso corporal. Por exemplo, uma pessoa que pesa 70 quilos deve consumir aproximadamente 105 gramas de proteína por dia. É importante ressaltar que a qualidade das proteínas também é relevante, então opte por carnes magras e ovos.

Alimentos permitidos e recomendados na dieta carnívora

Na dieta carnívora, você pode consumir uma variedade de alimentos de origem animal, como carnes de todos os tipos (bovina, suína, aves, peixes e frutos do mar), ovos, órgãos (fígado, coração, rins) e laticínios (se você não tiver intolerância à lactose). É importante priorizar alimentos frescos e de boa qualidade, optando por carnes magras e evitando o consumo excessivo de processados.

Opções de condimentos permitidos

Para dar sabor às suas refeições na dieta carnívora, você pode utilizar condimentos permitidos, como sal, pimenta, orégano e outros temperos naturais. Evite o uso de temperos industrializados que podem conter aditivos e ingredientes artificiais.

Recomendação sobre o consumo de laticínios e bebidas alcoólicas

Quanto ao consumo de laticínios, é importante avaliar sua tolerância individual. Alguns indivíduos podem apresentar intolerância à lactose ou sensibilidade a certos laticínios. Nesse caso, é recomendado evitá-los. Quanto às bebidas alcoólicas, é importante lembrar que elas podem conter açúcar e carboidratos, o que pode afetar os resultados da dieta carnívora. Portanto, o consumo moderado e consciente é a melhor opção.

Benefícios da dieta carnívora

  • Comparação com outras dietas
  • Melhoria da saúde metabólica
  • Remissão de doenças autoimunes
  • Possibilidade de seguir a dieta carnívora a longo prazo

A dieta carnívora oferece uma série de benefícios em comparação com outras dietas. Ao eliminar o consumo de vegetais e focar apenas em alimentos de origem animal, é possível obter resultados surpreendentes para a saúde.

Um dos principais benefícios da dieta carnívora é a melhoria da saúde metabólica. Reduzir o consumo de carboidratos e aumentar a ingestão de proteínas e gorduras saudáveis pode ajudar a estabilizar os níveis de açúcar no sangue, melhorar a sensibilidade à insulina e promover a perda de peso.

Além disso, a dieta carnívora tem sido associada à remissão de doenças autoimunes. Muitas pessoas relatam uma redução significativa dos sintomas de condições como artrite reumatoide, lúpus e psoríase após adotar essa abordagem alimentar. Isso pode ser devido à eliminação de alimentos que podem desencadear uma resposta inflamatória no organismo.

Outro benefício importante da dieta carnívora é a possibilidade de segui-la a longo prazo. Ao contrário de algumas dietas restritivas, a dieta carnívora oferece uma variedade de alimentos saborosos e nutritivos, o que torna mais fácil aderir a ela por um período prolongado. Além disso, não há evidências de que uma dieta carnívora bem equilibrada leve a deficiências nutricionais, desde que haja um consumo adequado de órgãos e ovos, que são ricos em vitaminas e minerais essenciais.

Em resumo, a dieta carnívora pode oferecer benefícios significativos em comparação com outras abordagens alimentares. Ela pode melhorar a saúde metabólica, promover a remissão de doenças autoimunes e ser seguida a longo prazo. No entanto, é importante lembrar que cada pessoa é única e pode ter diferentes resultados com essa dieta. É fundamental consultar um profissional de saúde antes de iniciar qualquer mudança na alimentação.

Possíveis efeitos colaterais da dieta carnívora

A dieta carnívora, assim como qualquer abordagem alimentar, pode ter possíveis efeitos colaterais. É importante considerar fatores individuais ao adotar essa dieta e estar preparado para possíveis desconfortos iniciais. Aqui estão algumas informações sobre esses possíveis efeitos colaterais:

Fatores individuais a serem considerados

Cada pessoa é única e pode apresentar diferentes reações ao seguir uma dieta carnívora. Fatores como idade, gênero, estado de saúde e histórico alimentar podem influenciar a forma como o corpo responde a essa abordagem. É importante levar esses fatores em consideração e consultar um profissional de saúde antes de iniciar qualquer mudança na alimentação.

Possíveis desconfortos iniciais e como lidar com eles

Assim como em qualquer transição alimentar, é comum sentir desconfortos iniciais ao adotar uma dieta carnívora. Alguns possíveis efeitos colaterais podem incluir fadiga, dores de cabeça, alterações no sono e alterações nos movimentos intestinais.

Para lidar com esses desconfortos, é importante garantir que você esteja consumindo uma quantidade adequada de proteínas e gorduras saudáveis na dieta carnívora. Além disso, é essencial manter-se hidratado, descansar o suficiente e dar tempo ao seu corpo para se adaptar a essa mudança alimentar.

Caso os desconfortos persistam ou sejam intensos, é recomendado buscar orientação médica para avaliar se essa abordagem alimentar é adequada para você.

Dieta carnívora para atletas e pessoas fisicamente ativas

A dieta carnívora tem se popularizado cada vez mais e muitas pessoas têm se beneficiado com essa abordagem alimentar. Nesta seção, vamos discutir os principais aspectos da dieta carnívora para atletas de alto rendimento e pessoas fisicamente ativas.

Considerações sobre a dieta carnívora para atletas de alto rendimento

Atletas de alto rendimento têm demandas nutricionais específicas devido ao alto nível de atividade física que realizam. A dieta carnívora pode ser uma opção interessante para esses atletas, pois fornece uma alta quantidade de proteínas de alta qualidade, que são essenciais para a recuperação muscular e o desenvolvimento de massa magra.

No entanto, é importante ressaltar que cada indivíduo é único e pode ter diferentes respostas à dieta carnívora. Alguns atletas podem se beneficiar da redução do consumo de carboidratos e do aumento da ingestão de gorduras, enquanto outros podem precisar de uma quantidade maior de carboidratos para suportar o alto nível de atividade física.

Benefícios da dieta carnívora para a eficiência metabólica

A dieta carnívora pode trazer benefícios para a eficiência metabólica de atletas e pessoas fisicamente ativas. Ao reduzir o consumo de carboidratos e aumentar a ingestão de proteínas e gorduras saudáveis, a dieta carnívora pode ajudar a estabilizar os níveis de açúcar no sangue, melhorar a sensibilidade à insulina e promover a perda de peso.

Além disso, a dieta carnívora é rica em nutrientes essenciais, como vitaminas, minerais e aminoácidos, que são importantes para o bom funcionamento do metabolismo e a produção de energia. Isso pode resultar em um aumento do desempenho atlético e uma recuperação mais rápida após os treinos.

Necessidade de estudos adicionais para atletas de alto rendimento

Embora haja relatos de atletas de alto rendimento que se beneficiaram da dieta carnívora, é importante ressaltar que ainda faltam estudos científicos que investiguem os efeitos a longo prazo dessa abordagem alimentar em atletas específicos. Portanto, é fundamental que os atletas consultem profissionais de saúde, como nutricionistas e médicos, para avaliar suas necessidades individuais e fazer ajustes na dieta, se necessário.

Em resumo, a dieta carnívora pode ser uma opção interessante para atletas de alto rendimento e pessoas fisicamente ativas, devido aos benefícios para a eficiência metabólica e o fornecimento de nutrientes essenciais. No entanto, é importante ter em mente que cada indivíduo é único e pode ter diferentes necessidades nutricionais, sendo necessária a orientação de profissionais de saúde para garantir uma abordagem adequada.

Dicas finais e esclarecimentos

Quantidade de proteína em ovos

Os ovos são uma excelente fonte de proteína na dieta carnívora. Recomenda-se consumir cerca de 1.5 gramas de proteína por quilo de peso corporal para garantir um aporte adequado de proteínas. Por exemplo, uma pessoa que pesa 70 quilos deve consumir aproximadamente 105 gramas de proteína por dia. Os ovos são uma ótima opção, pois são ricos em proteínas de alta qualidade.

Recomendação sobre adoçantes e iogurtes para emagrecimento

Na dieta carnívora, é recomendado evitar o consumo de adoçantes e iogurtes, especialmente para aqueles que buscam emagrecer. Adoçantes podem causar desejos por alimentos doces e prejudicar a perda de peso. Além disso, muitos iogurtes contêm aditivos e açúcares adicionados, o que pode atrapalhar os resultados da dieta. É melhor optar por alimentos de origem animal, como carnes e ovos, que são mais nutritivos e promovem a saciedade.

Cuidados com os furos na dieta

É importante ter cuidado com os furos na dieta, pois eles podem atrapalhar o progresso e os resultados desejados. Evite consumir alimentos processados e ricos em carboidratos, como pães, massas e doces. Priorize alimentos de origem animal e evite o consumo de vegetais e alimentos industrializados. Mantenha-se hidratado, descanse o suficiente e seja consistente com a sua alimentação para obter os melhores resultados.

Informações sobre a mentoria do protagonista

A mentoria do protagonista é um programa oferecido pelo André Burgos, onde ele fornece orientações personalizadas sobre a dieta carnívora e outros temas relacionados à saúde e bem-estar. O programa inclui consultas individuais, acompanhamento personalizado e suporte contínuo para ajudar os participantes a alcançarem seus objetivos. É uma oportunidade de receber orientações especializadas e tirar suas dúvidas com um profissional experiente.

Por que cortar calorias não ajuda a perder peso a longo prazo?

Importância da restrição calórica para perder peso

Embora muitos especialistas tenham afirmado que a perda de peso se resume apenas à redução de calorias, aqui trago uma perspectiva diferente baseada em evidências científicas sólidas. A ideia é que simplesmente cortar calorias não é a solução para uma perda de peso duradoura.

Estudos mostraram consistentemente que reduzir o consumo de calorias em 500 ou 600 calorias por dia não leva à perda de peso a longo prazo. Na verdade, a restrição calórica isoladamente tem se mostrado ineficaz na maioria dos casos. O corpo humano é altamente adaptável e, quando as calorias são reduzidas, o metabolismo também diminui, resultando em uma queima de calorias reduzida.

Acredito que é essencial olhar para além das calorias e identificar as causas subjacentes do ganho de peso. Ele enfatiza a importância de examinar os padrões alimentares, a qualidade dos alimentos consumidos e os fatores emocionais e comportamentais que podem contribuir para o consumo excessivo de calorias.

A Crença na Restrição Calórica

A crença de que comer menos calorias leva à perda de peso é amplamente difundida, mas é importante examinar essa ideia à luz das evidências científicas. Embora muitos especialistas afirmem que reduzir as calorias é a chave para a perda de peso, a realidade é que não existem estudos comprovando a eficácia da restrição calórica.

Necessidade de evidências científicas

A abordagem da restrição calórica como solução para a perda de peso precisa ser apoiada por evidências científicas consistentes. No entanto, até o momento, não há estudos que demonstrem que simplesmente cortar 500 ou 600 calorias por dia leva a uma perda de peso duradoura. Essa falta de evidências sugere que a restrição calórica isoladamente pode não ser eficaz na maioria dos casos.

Inexistência de estudos comprovando a eficácia da restrição calórica

É surpreendente constatar que não há estudos que mostrem os benefícios da restrição calórica a longo prazo. Mesmo em pesquisas de referência, como o estudo Today publicado no New England Journal of Medicine, não foi demonstrada nenhuma diferença significativa na perda de peso entre grupos que seguiram uma abordagem de restrição calórica e aqueles que não seguiram.

Além disso, uma meta-análise de 29 estudos mostrou que a redução do consumo de calorias resulta em uma diminuição do metabolismo, o que significa que o corpo queima menos calorias. Isso pode explicar por que cortar calorias não leva a uma perda de peso significativa.

Portanto, é essencial olhar além das calorias e considerar outros fatores, como os padrões alimentares, a qualidade dos alimentos consumidos e os aspectos emocionais e comportamentais relacionados ao consumo excessivo de calorias. A abordagem da perda de peso deve ser baseada em evidências científicas sólidas e considerar todos os aspectos que contribuem para o ganho de peso.

Estudos sobre a Restrição Calórica

A restrição calórica é frequentemente vista como uma estratégia eficaz para perder peso, mas a análise de estudos científicos mostra que não há benefícios a longo prazo nessa abordagem. Comparando grupos que seguiram dietas de restrição calórica com grupos de controle, os resultados revelaram uma ausência de diferença significativa no peso corporal.

Análise de estudos que mostram a falta de benefícios a longo prazo

Uma análise de diversos estudos sobre restrição calórica revelou que reduzir o consumo de calorias em 500 ou 600 calorias por dia não leva à perda de peso duradoura. Essa abordagem mostrou-se ineficaz na maioria dos casos, uma vez que o corpo humano é altamente adaptável e reduz o metabolismo quando as calorias são diminuídas, resultando em uma queima de calorias reduzida.

Comparação de grupos que seguiram dietas de restrição calórica com grupos de controle

Estudos comparando grupos que seguiram dietas de restrição calórica com grupos de controle não demonstraram diferenças significativas no peso corporal. Mesmo em estudos de referência, como o estudo Today publicado no New England Journal of Medicine, não foi observada nenhuma diferença significativa na perda de peso entre os grupos.

Resultados que demonstram ausência de diferença significativa no peso corporal

Uma meta-análise de 29 estudos mostrou que a redução do consumo de calorias resulta em uma diminuição do metabolismo, o que significa que o corpo queima menos calorias. Isso pode explicar por que cortar calorias não leva a uma perda de peso significativa. Portanto, é essencial considerar outros fatores, como os padrões alimentares, a qualidade dos alimentos consumidos e os aspectos emocionais e comportamentais relacionados ao consumo excessivo de calorias.

Análise do Metabolismo de Repouso

A restrição calórica tem sido amplamente discutida como uma estratégia eficaz para perder peso. No entanto, análises de estudos científicos mostram que não há benefícios a longo prazo nessa abordagem. A redução do consumo de calorias pode levar a uma diminuição do metabolismo de repouso, o que pode explicar a falta de resultados da restrição calórica.

Meta-análise de estudos sobre a relação entre ingestão e queima de calorias

Uma meta-análise de 29 estudos mostrou que a redução do consumo de calorias resulta em uma diminuição do metabolismo de repouso. Isso significa que o corpo queima menos calorias quando as calorias são reduzidas. Essa relação entre ingestão e queima de calorias é uma resposta universal do organismo à restrição calórica.

Descoberta de que a restrição calórica leva a uma diminuição do metabolismo de repouso

Quando as calorias são reduzidas, o metabolismo de repouso diminui, o que pode levar a uma queima de calorias reduzida. Isso pode explicar por que cortar calorias não leva a uma perda de peso significativa a longo prazo. O corpo humano é altamente adaptável e, quando as calorias são reduzidas, o metabolismo também diminui para compensar a menor ingestão.

Explicação para a falta de resultados da restrição calórica

A falta de resultados da restrição calórica pode ser atribuída à diminuição do metabolismo de repouso. Quando o metabolismo diminui, o corpo queima menos calorias, o que dificulta a perda de peso. Além disso, cortar calorias isoladamente não leva em consideração outros fatores que podem contribuir para o ganho de peso, como padrões alimentares, qualidade dos alimentos consumidos e fatores emocionais e comportamentais relacionados ao consumo excessivo de calorias.

Portanto, é importante considerar uma abordagem mais abrangente para a perda de peso, levando em conta não apenas as calorias, mas também os fatores subjacentes que contribuem para o ganho de peso. A restrição calórica isoladamente pode não ser eficaz na maioria dos casos, e é fundamental analisar os padrões alimentares, a qualidade dos alimentos consumidos e os aspectos emocionais e comportamentais relacionados ao consumo excessivo de calorias para obter resultados duradouros.

A Falácia da Restrição Calórica

A crença de que cortar calorias leva à perda de peso é amplamente difundida, mas é importante examinar essa ideia à luz das evidências científicas. Embora muitos especialistas afirmem que reduzir as calorias é a chave para a perda de peso, a realidade é que não existem estudos comprovando a eficácia da restrição calórica.

Analogia com o tratamento do alcoolismo

Assim como a simples redução do consumo de álcool não é a solução para o tratamento do alcoolismo, cortar calorias não é a solução para a perda de peso duradoura. Assim como o alcoolismo envolve uma série de fatores e causas subjacentes, o ganho de peso também é influenciado por múltiplos fatores que vão além das calorias consumidas.

Necessidade de investigar as causas subjacentes do desequilíbrio calórico

Em vez de se concentrar apenas nas calorias consumidas, é essencial investigar as causas subjacentes do desequilíbrio calórico. A abordagem da perda de peso deve considerar os padrões alimentares, a qualidade dos alimentos, as emoções e os hábitos alimentares que contribuem para o consumo excessivo de calorias.

Exploração de possíveis causas como alimentação frequente, alimentos processados, acesso fácil a alimentos, emoções e hábitos alimentares

Uma alimentação frequente, rica em alimentos processados, acesso fácil a alimentos, emoções e hábitos alimentares desfavoráveis podem contribuir para o consumo excessivo de calorias e, consequentemente, para o ganho de peso. Portanto, é essencial considerar esses fatores ao abordar a perda de peso de forma eficaz.

Conclusão

  • A restrição calórica não é eficaz para perda de peso a longo prazo.
  • É necessário investigar as causas fundamentais do desequilíbrio calórico.
  • São necessárias abordagens mais profundas para tratar o ganho de peso.

A restrição calórica isoladamente tem se mostrado ineficaz na maioria dos casos de perda de peso a longo prazo. Estudos consistentemente demonstraram que reduzir o consumo de calorias em 500 ou 600 calorias por dia não leva a resultados duradouros. Isso ocorre porque o corpo humano é altamente adaptável e, quando as calorias são reduzidas, o metabolismo também diminui, resultando em uma queima de calorias reduzida. Portanto, é essencial olhar para além das calorias e investigar as causas subjacentes do desequilíbrio calórico.

A abordagem da perda de peso deve considerar os padrões alimentares, a qualidade dos alimentos consumidos e os fatores emocionais e comportamentais relacionados ao consumo excessivo de calorias. É importante explorar possíveis causas, como alimentação frequente, alimentos processados, acesso fácil a alimentos, emoções e hábitos alimentares, a fim de desenvolver abordagens mais profundas e eficazes para tratar o ganho de peso.

Referências

Zeitler, P., Hirst, K., Pyle, L., Linder, B., Copeland, K., Arslanian, S., … & Wilfley, D. (2012). A clinical trial to maintain glycemic control in youth with type 2 diabetes. New England Journal of Medicine, 366(24), 2247-2256

Müller, M. J., Enderle, J., Pourhassan, M., Braun, W., Eggeling, B., Lagerpusch, M., … & Bosy-Westphal, A. (2016). Metabolic adaptation to caloric restriction and subsequent refeeding: the Minnesota Starvation Experiment revisited. The American Journal of Clinical Nutrition, 104(6), 1528-1538.

Erros na Dieta Carnívora: Principais Dúvidas Respondidas

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Objetivos da consultoria:

  • Esclarecer suas dúvidas sobre a dieta carnívora
  • Ajudá-lo(a) a alcançar resultados consistentes e duradouros
  • Acabar com desculpas e comportamentos que dificultam seu progresso
  • Oferecer orientações para uma alimentação saudável e baseada em comida de verdade
Raw meats with spices and utensils on a rustic cutting board and dark wood. Top view.

Erros na Dieta Carnívora

A dieta carnívora tem se tornado cada vez mais popular como uma abordagem para perda de peso e melhoria da saúde. No entanto, é importante evitar certos erros para garantir que você esteja obtendo todos os nutrientes necessários para uma alimentação equilibrada. Aqui estão alguns dos principais erros na dieta carnívora que você deve evitar:

  • Indivíduos que priorizam gordura na alimentação: Embora seja natural gostar de carnes gordas, é um erro priorizar apenas a gordura na dieta carnívora. É importante incluir uma variedade de cortes de carne para garantir a ingestão adequada de proteínas e outros nutrientes essenciais.
  • Comer em excesso de carne gorda: Consumir uma quantidade excessiva de carne gorda pode levar a problemas digestivos, como diarreia. É importante encontrar um equilíbrio na quantidade de gordura consumida para evitar desconfortos intestinais.
  • Quantidade ideal de gordura: A quantidade ideal de gordura na dieta carnívora varia de pessoa para pessoa. É importante experimentar e encontrar a quantidade que funcione melhor para você, começando com cortes de carne menos gordurosos e aumentando gradualmente a quantidade de gordura.
  • Importância de variar tipos de carne: Consumir apenas um tipo de carne pode levar a deficiências nutricionais. É importante variar os tipos de carne consumidos para garantir a ingestão de diferentes nutrientes presentes em cada tipo.
  • Consumo de órgãos e vísceras: Órgãos e vísceras são uma fonte rica de nutrientes essenciais, como vitaminas e minerais. Incluir órgãos e vísceras na dieta carnívora pode ajudar a garantir a ingestão adequada desses nutrientes importantes.
  • Benefícios da gordura natural dos alimentos: A gordura natural presente nos alimentos de origem animal fornece nutrientes essenciais, como ácidos graxos ômega-3 e vitamina A. É importante consumir a gordura natural dos alimentos em quantidade adequada para obter esses benefícios.
  • Hidratação adequada: Beber água suficiente é crucial em qualquer dieta, incluindo a dieta carnívora. A hidratação adequada ajuda na digestão e absorção de nutrientes, além de manter o corpo funcionando adequadamente.

Ao evitar esses erros na dieta carnívora e garantir uma alimentação equilibrada, você poderá aproveitar os benefícios dessa abordagem alimentar, como perda de peso saudável e melhoria da saúde.

Dificuldade de Evacuar

Uma das principais preocupações de quem segue uma dieta carnívora é a dificuldade de evacuar. No entanto, existem algumas estratégias que podem ajudar a resolver esse problema. Aqui estão alguns pontos importantes a serem considerados:

  • Quantidade de água adequada: é fundamental garantir uma boa hidratação para melhorar o funcionamento do intestino. Beber pelo menos dois a três litros de água por dia pode ajudar a evitar a constipação.
  • Consumo de gordura: uma dieta carnívora geralmente é rica em gorduras, o que pode ajudar a lubrificar o trato intestinal. Aumentar o consumo de gordura pode melhorar o funcionamento do intestino e facilitar a evacuação.
  • Exercícios físicos: a prática regular de exercícios pode estimular o movimento intestinal e ajudar no processo de evacuação. Além disso, a atividade física é importante para a saúde geral e pode contribuir para o bom funcionamento do sistema digestivo.
  • Importância de encontrar o equilíbrio: cada pessoa é única e pode ter necessidades diferentes. É importante encontrar o equilíbrio certo de água, gordura e exercícios que funcione melhor para você. Experimente diferentes quantidades e estratégias para encontrar a combinação ideal.
  • Experimentar diferentes estratégias: se você está enfrentando dificuldades para evacuar, é importante experimentar diferentes estratégias para encontrar a melhor solução para o seu caso. Isso pode incluir aumentar a ingestão de água, consumir mais gordura ou ajustar a quantidade de exercícios físicos.

Lembre-se de que cada pessoa é única e pode ter necessidades diferentes. O mais importante é ouvir o seu corpo e fazer ajustes conforme necessário para garantir um bom funcionamento do sistema digestivo. Se os problemas persistirem, é sempre recomendado consultar um profissional de saúde para obter orientações específicas.

Consumo de Laticínios

Permissão para consumir laticínios:

Na dieta carnívora, é permitido o consumo de laticínios, como manteiga, iogurte e queijos duros. No entanto, é importante ressaltar que o consumo de laticínios é permitido desde que o indivíduo não tenha intolerância ou desconforto relacionado ao consumo desses alimentos. Se você não apresenta nenhum problema com laticínios, pode incluí-los em sua dieta carnívora, priorizando queijos amarelos e duros.

Qualidade ideal dos laticínios:

Quando consumir laticínios na dieta carnívora, é importante optar por produtos de boa qualidade. Escolha laticínios integrais e evite produtos processados, como queijos processados ou requeijão. Dê preferência para laticínios provenientes de animais alimentados com pasto, pois possuem um perfil nutricional mais completo.

Consumo de mel na dieta carnívora:

Quanto ao consumo de mel na dieta carnívora, existem diferentes abordagens. Algumas vertentes da dieta carnívora não permitem o consumo de mel, enquanto outras o permitem. Isso vai depender dos objetivos e preferências individuais. O mel é um alimento naturalmente doce e possui benefícios nutricionais, como antioxidantes e baixo índice glicêmico. No entanto, é importante consumi-lo com moderação e considerar os seus objetivos na dieta carnívora.

Escolhendo a Melhor Abordagem Nutricional

Ao seguir uma dieta carnívora, é essencial encontrar uma abordagem nutricional que se encaixe no seu estilo de vida. Isso significa entender seus objetivos de saúde e bem-estar, suas preferências alimentares e suas necessidades individuais.

Uma das principais vantagens da dieta carnívora é a flexibilidade que ela oferece. Não há prazo de validade na alimentação – você pode adaptar a dieta de acordo com suas necessidades e preferências ao longo do tempo.

É importante lembrar que os resultados a longo prazo são mais importantes do que estratégias pontuais. A dieta carnívora é uma abordagem nutricional que busca melhorar a saúde e o bem-estar de forma sustentável, e isso requer um compromisso a longo prazo.

Além disso, a qualidade alimentar é fundamental. Priorizar alimentos de alta qualidade, como carnes orgânicas, ovos de galinha caipira e laticínios provenientes de animais alimentados com pasto, garantirá que você esteja obtendo os nutrientes necessários para uma alimentação equilibrada.

Evite estratégias pontuais, como restrições extremas ou suplementação desnecessária. Procure incluir uma variedade de alimentos de origem animal em sua dieta, garantindo a ingestão adequada de proteínas, vitaminas e minerais.

Lembre-se de que cada pessoa é única e tem necessidades nutricionais individuais. Portanto, é essencial ouvir seu corpo, experimentar diferentes abordagens e ajustar sua dieta de acordo com o que funciona melhor para você.

Conclusão

Para concluir, a dieta carnívora baseada em comida de verdade tem se mostrado uma abordagem eficaz para a saúde e o emagrecimento. É importante entender que não há prazo de validade na qualidade nutricional, e sim buscar resultados a longo prazo.

Uma alimentação baseada em carne de qualidade, incluindo variedade de cortes e órgãos, garante uma ingestão adequada de nutrientes essenciais. Além disso, é importante não colocar restrições desnecessárias, como evitar laticínios ou suplementos proteicos, se não houver intolerâncias ou desconfortos relacionados.

Para obter resultados a longo prazo, é fundamental encontrar uma abordagem nutricional que se encaixe no seu estilo de vida e objetivos. Experimentar diferentes estratégias, ajustar a quantidade de gordura e proteína, e buscar orientações profissionais são dicas finais importantes.

Lembre-se de que cada pessoa é única e tem necessidades nutricionais individuais. Portanto, ouvir o seu corpo e fazer ajustes conforme necessário é fundamental para garantir um bom funcionamento do sistema digestivo e alcançar os resultados desejados.

Podemos comer um pouco de tudo?
Apesar de ser o hábito alimentar mais antigo da humanidade, uma alimentação de verdade que prioriza o consumo de alimentos da natureza e evita industrializados processados, açúcares, farináceos etc. é comumente taxado de “dieta restritiva e perigosa”e o mais indicado é ter uma dieta variada. Será?
Meu 1ª questionamento é: o que seria uma dieta variada? Pra mim, consumir ovos, carnes, legumes, verduras, vegetais e frutas é MUITO variado. Para outros, não consumir industrializados é restringir demais.
O 2º ponto é que, afirmar que podemos (ou devemos) comer de tudo um pouco é perigoso demais. Estamos vendo o resultado disso frequentemente nos noticiários: obesidade e cirurgia bariátrica só aumentam.
A Associação Americana do Coração (AHA) concluiu que conselho de que uma dieta variada é saudável arrisca-se a encorajar as pessoas a ingerir alimentos não saudáveis, aumentando suas chances de doenças.
Após uma revisão da literatura científica publicada entre janeiro de 2000 e dezembro de 2017, pesquisadores concluíram que não há evidências que sugiram que uma dieta variada ajude o indivíduo a manter um peso saudável ou consumir os alimentos mais benéficos.
A meta-análise ligou a ingestão de uma variedade maior de alimentos com um atraso na saciedade, o que poderia levar um indivíduo a comer mais. Evidências limitadas apoiaram a ideia de que uma dieta diversificada faz com que as pessoas comam mais calorias, adotem comportamentos alimentares pouco saudáveis ​​ou engordem.
Nenhuma novidade, né?
A quem interessa que pessoas tenham uma dieta “variada”? Será que comer comida de verdade é restritivo mesmo?
Fonte: https://goo.gl/QgsCGz
CIRURGIA É A ÚNICA ALTERNATIVA MESMO?

Cirurgia bariátrica cresceu 47% em cinco anos no Brasil! É triste! E pra ficar mais triste: metade das pessoas que reduzem o estômago voltam a ganhar peso.

O fato é que a cirurgia ataca o sintoma e não a causa. As pessoas não engordam porque comem muito. Estudos mostram que elas comem muito porque engordam. A má alimentação rica em açúcares e farináceos causa uma bagunça hormonal. E a obesidade é uma das causas.

E por que não se trata o foco do problema? Existe alguma evidência que mostre segurança e eficácia?

Vejamos:

Um estudo que fez uma intervenção de 4 semanas com a dieta cetogênica em pacientes obesos com a bariátrica agenda e teve o seguinte resultado:

Todos os 27 pacientes completaram o estudo. Foi observado decréscimos altamente significativos no peso corporal (- 10,3% nos homens; – 8,2% nas mulheres) e no volume do lobo hepático esquerdo (- 19,8%). Todos os pacientes apresentaram alta frequência de aceitabilidade e adesão no seguimento da dieta. Nenhum efeito colateral adverso foi relatado.

A dieta foi composta por 4% de carboidratos, 71% de gorduras e 25% de proteínas.

Conclusão: “Este estudo demonstra que uma dieta cetogênica pré-operatória de 4 semanas é segura e eficaz na redução do peso corporal, volume do Lobo hepático esquerdo e melhora na deficiência de micronutrientes em pacientes obesos agendados para cirurgia bariátrica”.

Sabe o que é mais intrigante?

Por que não usar a cetogênica para evitar a cirurgia?

Fontes:
https://goo.gl/QWFXRj
https://goo.gl/g9TUPV
https://goo.gl/ofikW

CETOGÊNICA NÃO AFETA O DESEMPENHO DO EXERCÍCIO DE ALTA INTENSIDADE E CURTA DURAÇÃO

Há (infelizmente) muito mito sobre alimentação e atividade física. Principalmente quando se relaciona o consumo de carboidratos e performance. Já sabemos que restringir o consumo de carboidratos pode otimizar a performance em atletas de resistência. E já vimos um estudo mostrando que uma dieta cetogênica não afeta o desempenho de força em ginastas de elite e não compromete o desempenho e atividades de alta intensidade (HIIT).

Agora, compartilho mais um estudo recente que analisou “os efeitos de uma dieta cetogênica de seis semanas sobre o desempenho de exercícios de curta duração e alta intensidade“.

Oito homens e sete mulheres foram aleatoriamente designados para a dieta cetogênica (KETO; n = 8) ou o grupo controle (CON; n = 7). Todos foram treinados no CrossFit por pelo menos 3 meses antes do estudo. Várias medidas de desempenho anaeróbico foram avaliadas no início e após 6 semanas.

Conclusão: “A dieta cetogênica de 6 semanas não afetou o desempenho do exercício de alta intensidade de curta duração. Nossos dados não suportam a hipótese de que dietas cetogênicas induzidas prejudicam o desempenho de atividades de natureza anaeróbica. O presente estudo foi realizado durante um período de 6 semanas, permitindo a adaptação a cetogênica; os resultados podem ser diferentes se um período de tempo mais curto for utilizados.”.

Observaram o final? Aqui: “…os resultados podem ser diferentes se um período de tempo mais curto for utilizados.”. Essa é a questão. Os estudos que mostram queda na performance são os que não “respeitam” a fase de (re)adaptação.

Antes de fazer qualquer modificação na sua dieta, procure um profissional que se baseie em evidência.

Fonte: https://goo.gl/4bx9Es

A dieta mais antiga do planeta?

Como dissemos no último capítulo do #NossaHistóriaComAComida, vamos trazer nesta quinta parte da série um estudo feito, em 2000, por pesquisadores dos Estados Unidos e do Canadá com 229 populações caçadoras-coletoras.

Grau Taubes, no seu livro “Por que engordamos e o que fazer para evitar”, detalha os resultados desse estudo: “uma em cada cinco dessas 229 populações subsistia quase exclusivamente da caça e da pesca. Essas populações obtinham mais de 85% de suas calorias da carne ou do peixe; algumas obtinham 100% (…). Apenas 14% dessas populações caçadoras-coletoras obtinham mais da metade de suas calorias das plantas. Nenhuma dessas populações era exclusivamente vegetariana.”

Isso significa dizer que é possível sobreviver com um hábito alimentar quase sem a ingestão de fruta, hortaliça ou grão. Além disso, esses povos caçadores-coletores tinham uma dieta boa quantidade de proteína (19% a 35% das calorias ingeridas) e gorduras (28% a 58% das calorias). Os esquimós, como já vimos na parte 3 do #NossaHistóriaComAComida, por exemplo, chegavam a ter até 80% de suas calorias provenientes da gordura de origem animal.

Vimos também na parte 4 do #NossaHistóriaComAComida – e isso se repete com esses 229 povos pesquisados – que a maioria prefere abater animais gordos e ingerir suas partes mais gordas, como a língua, órgãos e medula óssea. Além, claro, de possuírem uma dieta pobre em carboidratos, que era proveniente apenas dos vegetais silvestres.

Mas o principal ponto é que os cereais, laticínios, óleos vegetais e açúcares que hoje fazem parte de mais de 60% da dieta tipicamente ocidental, nunca foram fonte de energia dos povos caçadores-coletores.

O que isso significa? Que o período agrícola, iniciado nos últimos 0,5% da nossa história evolutiva – ainda não teve efeito significativo na nossa genética. Evoluímos a partir do que comemos na Era Paleolítica, ou seja, nos 2,5 milhões de anos antes da agricultura.

Mas devemos lembrar ainda que, naquela época, o alimento não era algo tão facilmente disponível. Os caçadores precisavam se afastar muitos e até por vários dias para conseguir sua presa. E é aí que entra o jejum, tema na próxima postagem do #NossaHistóriaComAComida.

Link do artigo: https://goo.gl/Z39d4E

Como a cetogênica otimiza a saúde do cérebro

Cada vez mais, vemos novos estudos mostrando os grandes benefícios de uma alimentação com restrição de carboidratos no tratamento e prevenção de várias doenças, principalmente cerebrais.

Um dos pontos que destaco é a incrível capacidade de otimização do cérebro quando trabalha com corpos cetônicos como combustível.

Para que o fígado produza corpos cetônicos, é preciso restringir o consumo de carboidratos para menos de 50 gramas por dia e moderar no consumo de proteína.

Em uma dieta cetogênica, o cérebro é alimentado principalmente por cetonas. Em uma dieta padrão de baixo carboidrato, o cérebro ainda será amplamente dependente da glicose, embora possa queimar mais cetonas do que em uma dieta regular.

Mas o cérebro não precisa de 130 gramas de carboidratos por dia?

É comum ouvirmos falar que nosso cérebro precisa de 130 gramas de carboidratos por dia para funcionar “corretamente”. Este é um dos mitos mais comuns sobre dietas de baixo carboidrato.

Veja abaixo o trecho de um relatório do Conselho de Alimentos e Nutrição do Instituto de Medicina dos EUA:

Nele é afirmado:

O limite inferior de carboidratos na dieta compatível com a vida aparentemente é zero, desde que quantidades adequadas de proteína e gordura sejam consumidas.“.

Embora uma dieta zero-carb não seja recomendada porque elimina muitos alimentos saudáveis, você pode definitivamente comer muito menos que 130 gramas por dia e manter uma boa função cerebral.

E quando restringimos carboidratos, de onde vem o combustível para o cérebro?

Nossos ancestrais evoluíram milhões de anos consumindo pouco, muito pouco ou nenhum carboidrato. Você acha mesmo que nosso corpo iria precisar que comêssemos carboidrato para que o cérebro funcionasse? Nosso corpo se adaptou ao contexto no qual evoluímos milhões de anos! Claro que ao longos desses milhões de anos de evolução nosso corpo desenvolveu belas “habilidades” para lidar com tais situações.

Quando o carboidrato é escasso e/ou em longos períodos sem nos alimentarmos (jejum) nosso fígado produz glicose através de um processo chamado gliconeogênse. Ou seja, nosso fígado produz glicose sem que seja preciso consumir nenhuma grama de carboidrato. É uma capacidade natural do fígado. Foi assim que nossos ancestrais evoluíram milhões de anos fazendo com que seus cérebros funcionassem saudáveis mesmo mesmo com escassez de carboidratos e durante looongoooos períodos de jejum.

Além disso, num processo chamado cetogênese, nosso fígado é capaz de produzir cetonas a partir de ácidos graxos quando os níveis de glicose e insulina estão baixos. No entanto, o fígado aumenta ainda mais a produção de cetonas durante o jejum ou quando a ingestão de carboidratos cai abaixo de 50 gramas por dia (veja aqui e aqui).

Quando os carboidratos são eliminados ou minimizados, as cetonas podem fornecer até 70% das necessidades energéticas do cérebro (veja aqui).

Outros benefícios para o cérebro:

Epilepsia: A dieta cetogênica foi desenvolvida pelo Dr. Russell Wilder em 1921 para tratar a epilepsia resistente a medicamentos em crianças. Sua dieta fornece cerca de 90% das calorias provenientes de gordura e tem mostrado imitar os efeitos benéficos do jejum nas convulsões (veja aqui).

Memória: Os adultos mais velhos em risco de doença de Alzheimer mostraram melhora na memória após seguir uma dieta muito baixa em carboidratos por seis semanas (veja aqui).

Hiperinsulinismo congênito: esta condição causa hipoglicemia e pode levar a danos cerebrais. Hiperinsulinismo congênito tem sido tratado com sucesso com dieta cetogênica (veja aqui).

Dores de cabeça com enxaqueca: Pesquisadores relatam que dietas com baixos níveis de carboidratos ou cetogênicos podem proporcionar alívio para quem sofre de enxaqueca (veja aqui e aqui).

Doença de Parkinson: Em um estudo pequeno e não controlado, cinco entre sete pessoas com doença de Parkinson que completaram uma dieta cetogênica de quatro semanas tiveram melhora de 43% nos sintomas autorreferidos (veja aqui).

Lesão cerebral traumática: Pacientes com traumatismo cranioencefálico grave que receberam uma fórmula sem carboidrato foram capazes de se nutrir, evitando açúcar elevado no sangue, o que pode dificultar a recuperação (veja aqui).

Fonte: https://goo.gl/MB5L2q